Time da virada amarga última posição no brasileirão da Série A

A situação do Vasco da Gama – popular Gigante da Colina e time de tradição carioca – não está nada fácil. A equipe continua em último lugar na tabela do campeonato brasileiro da Série A e precisa, urgentemente, de pontos para deixar de frequentar o chamado Z4 ou a popular zona de rebaixamento.

No próximo domingo (01/11), às 18h, os jogadores vascaínos irão para mais uma partida decisiva diante do Fluminense. Em se confirmando uma vitória vascaína, o Vasco chegará a 33 pontos e ficará em primeiro lugar no Z4. Caso o feito se confirme, os vascaínos passarão a depender de um ponto para sair da chamada Zona Maldita.vasco-da-gama-foto-google

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O Futuro do Vasco na série A

Malas Prontas?

Foto: Google

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Os torcedores Cruz-Maltinos vivem um momento de extrema ansiedade em relação ao amanhã do Vasco da Gama na série A do futebol brasileiro. O time está com apenas 13 pontos e é o 20º colocado na tabela de classificação. Até agora, são 21 jogos disputados, três vitórias, 4 empates e 14 derrotas.

Fala-se em 98% de chance do Vasco frequentar a Série B, do Brasileirão, no próximo ano. Esperemos cenas dos próximos capítulos dessa novela para conferirmos se, realmente, o glorioso Clube de Regatas Vasco da Gama estará de malas prontas para desembarcar em outra série do campeonato.

Nós – jornalistas – também somos vítimas da violência

Relatório da Violência Contra Jornalistas publicado pela Fenaj

Relatório da Violência Contra Jornalistas publicado pela Fenaj

Esta afirmação pode até parecer, para alguns, exagerada, fantasiosa ou excessiva. Mas, não é o que mostra o Relatório 2014 sobre Violência Contra Jornalistas e Liberdade de Imprensa no Brasil, divulgado pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), publicado no último mês de janeiro. O ano de 2014 se mostrou mais um período violento para nós jornalistas brasileiros. Foram 65 casos de agressões físicas e verbais durante manifestações; 17 episódios de agressões físicas, 12 ocorrências de cerceamento à liberdade de expressão por meio de ações judiciais; 11 ameaças ou intimidações; 7 agressões verbais; 3 assassinatos de jornalistas;  3 ocorrências de impedimentos ao exercício profissional; 3 casos de prisões/detenções; 3 fatos de violência contra organização sindical; 2 fatos de assédio político; 2 atentados e um caso de censura.

Nós – jornalistas alagoanos – que desempenhamos nossas funções aqui em solo nordestino, estamos inseridos num contexto político e social que se revela como a segunda região mais violenta do país para os jornalistas. Ao todo, foram registradas 24 ocorrências, o que corresponde a 18,6% do mapa da violência nos estados. O estado líder em violência aqui no Nordeste é o Ceará (9 ocorrências); em seguida aparece Alagoas (5 casos), Bahia (4 fatos violentos), Maranhão (3 episódios), Pernambuco (um caso) e Sergipe (duas incidências de violência). No Brasil, a maior parte dos jornalistas vítimas de violência em razão do exercício profissional do jornalismo é do sexo masculino.

Aqui em Alagoas, os jornalistas Catarina Martorelli e Josenildo Lopes, ambos da TV Gazeta de Alagoas, foram vítimas de agressões quando faziam uma reportagem sobre estacionamento irregular de veículos em calçadas, no bairro da Jatiúca; a jornalista Thayanne Magalhães, do portal Tribuna Hoje, foi ameaçada, por meio de um telefonema e de uma mensagem em sua página no Facebook; os jornalistas João Mousinho e Fernando Araújo, do Jornal Extra, sofreram cerceamento à liberdade de imprensa por ação judicial, assim como Odilon Rios e Vitor Avner; e as equipes de reportagem do G1 Alagoas (Michele Farias e Wellinton Bezerra), Jornal Gazeta de Alagoas (Maikel Marques, Ailton Cruz, José Luciano da Silva) e TV Gazeta de Alagoas (Catarina Martorelli e Josenildo Lopes) foram impedidas por manifestantes de fazerem a cobertura de um protesto ocorrido no conjunto Colibri, no bairro Clima Bom.

Há algumas iniciativas que merecem destaque em relação ao combate à violência contra jornalistas no mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou um plano de ação para a segurança dos jornalistas e a questão da impunidade, no qual faz recomendações aos países para que o referido problema seja tratado como uma questão de Estado. No Estado do Rio de Janeiro foi aprovada a Lei 6.929/2014, que obriga as empresas de comunicação, sediadas ou com sucursais no Estado, a fornecerem Equipamentos de Proteção Individual (EPI) aos jornalistas.

A Fenaj defende que o jornalismo é uma atividade indispensável para a constituição da cidadania. Para a nossa federação, o Estado brasileiro, as empresas de comunicação e a sociedade em geral precisam reconhecer a importância do Jornalismo e do jornalista para o aprimoramento e a garantia da democracia. Como decorrência dessa importância, precisam proteger e levar à prática por meio de providências concretas de prevenção e combate à violência contra jornalistas e o fim da impunidade.

Nossos desconhecidos direitos

Direito Consumidor

Foto: Google

Você conhece quais são os seus direitos em relação à telefonia móvel, banda larga, telefonia fixa e TV por assinatura? Provavelmente a resposta será NÃO. Uma cartilha divulgada recentemente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) traz detalhes preciosos sobre estes quatro serviços que, juntos, somam mais de 338,5 milhões de acessos, de acordo com a Anatel.

Os usuários podem, por exemplo, pedir a suspensão gratuita da linha do telefone por até 120 dias, proibir o envio de mensagens publicitárias, o tempo de espera para atendimento é de, no máximo, um minuto e ainda podem exigir o ressarcimento em dobro por cobranças indevidas.

Conheça os seus direitos sobre esta temática por meio do endereço eletrônico http://www.anatel.gov.br/Portal/verificaDocumentos/documento.asp?numeroPublicacao=291474. Leia o documento chamado Principais Direitos dos Usuários e Obrigações das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações e tire suas dúvidas. Boa leitura para todos!

Em meio a uma selva de livros

(Foto: Google)

À medida que me embrenho nas veredas do conhecimento percebo o quanto ainda preciso caminhar. Parece que os poucos passos que dei ainda não conseguiram me inserir no caminho dos sábios. A cada dia preciso renovar o fôlego, encontrar novas energias e não perder a esperança.

Quero ler casos e coisas, entender a chamada liberdade de imprensa, ter uma ideia clara sobre a comunicação de interesse público, descobrir as histórias que o rádio não contou, discernir melhor a mídia e o poder simbólico, fazer reflexões sobre o jornalismo investigativo, perder o olhar crônico, aprender como falar no rádio, saber mais sobre jornalismo investigativo, esportivo, cultural e de revista, conhecer os meandros da arte de fazer um jornal diário, aprofundar-me nas informações referentes ao direito à informação no espaço virtual.

Enfim, reconhecer os vestígios da travessia daqueles que estão muitos passos a minha frente, fazer uma imersão na história do pensamento comunicacional para tentar ter uma noção básica sobre a esfinge midiática escrita pelo professor José Marques de Melo.

Cemitério de Barcos

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Os visitantes da ilha da Crôa, localizada na Barra de Santo Antônio, litoral Norte de Alagoas, assim que atravessam a ponte, inaugurada em 2011, se deparam com uma espécie de “cemitério de barcos”. As lentes e o olhar atento do fotógrafo Valdir Rocha registraram tudo.

Atração pelo Grotesco

Foto: Google

O acidente com o navio Costa Concordia, de propriedade da Costa Cruzeiros, promoveu uma enxurrada de turistas a pequena ilha de Giglio, localidade onde ocorreu o acidente com a embarcação. Na última semana, cerca de 130 excursionistas iam para aquela extensão de terra cercada de água por todos os lados. Agora, após a tragédia, a ilhota já acomoda cerca de 1.080 turistas, fora as equipes de resgate.

O Costa Concordia navegava com 4.229 pessoas a bordo, dentre as quais mais de 3.200 turistas de 60 nacionalidades diferentes e mais de mil membros da tripulação. Os curiosos que chegam a ilha para ver o navio, parcialmente submergido em frente a Giglio, estão sendo chamados de “turistas do horror” pela imprensa italiana.